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Várias versões e muitos personagens: assim se conta o surgimento de uma das cidades mais promissoras na região.

A cidade de Potirendaba tem muitas histórias que contam sobre sua criação. Sua origem e evolução histórica se perde na confusão de versões várias, até hoje mal definidas e mal documentadas. Sabe-se que o primeiro possuidor de terras foi Manoel Ponciano Leite que, por volta de 1.820 apareceu no local apossando-se de cerca de 5 mil alqueires de terras, conquistadas por sua coragem e ousadia de se aventurar pelo bravio sertão do Município de Rio Preto em 1829. Seguindo a caminhada para oeste, empreendida pelos Sertanistas daquela geração, João Antônio de Siqueira chegou ao local e adquiriu de Manoel Ponciano Leite (por setecentos mil réis) aproximadamente 2.044 alqueires de terras, tornando a seguir posse da gleba onde passou a residir com sua numerosa família.

Por volta de 1908, José Contador (que residia em Jaboticabal), fretava comboios de carros de boi e realizava viagens pelo sertão, chegando até as barrancas do Tietê – nessas viagens levava carregamento de sal e querosene fazendo entrega nos diversos núcleos de povoado da região. No caminho havia a fazenda “Três Córregos”, que servia como ponto de pouso. Passado algum tempo, José Contador adquiriu por permuta a terra dos herdeiros de Manoel Ponciano Leite (o quinhão n.º 30 da fazenda Três Córregos). Nesta essa época os proprietários eram a família Siqueira, José Contador, João Francisco Pinto e a família Manfredini. A primeira casa de tijolos foi adquirida por José Contador. Este foi o primeiro boticário do arraial, onde vendia poções, óleo de rícino e medicamentos preparados por ele. Participou ativamente do desenvolvimento da vila e depois cidade de Potirendaba. 

Dessa mistura de proprietários e posseiros de terras, surgem algumas teorias sobre a criação da cidade. Onde naquela época tinha sede o Distrito da Paz de Potirendaba e o município do mesmo nome deve ser (segundo o resultado das pesquisas conduzidas através da história da colonização de Rio Preto), uma das primeiras localidades atingidas pelos primitivos bandeirantes, quando de sua incursão através das terras araraquarenses.

Outra versão aponta que teriam sido os irmãos José e Joaquim Gonçalves de Souza os primeiros a aportar a estas paragens (em uma época que não está bem definida e cuja data hipotética assinala o ano de 1820 – que também pode ser qualquer outra). Em razão disto, temos como lógico que antes da ousada caravana atingir as terras de Rio Preto, teria estacionado nos campos das proximidades do Rio Borá, através de uma picada por eles aberta e que os teria conduzido até a atual fazenda dos Macacos e ao planalto de Três Córregos, hoje Potirendaba.

A formação da cidade propriamente dita, teve início no ano de 1905, com a distribuição das terras entre os herdeiros de João Antônio de Siqueira, realizada pelo engenheiro Luiz Roncatti (que nessa partilha reservou área de cerca de 17 alqueires para a localização do Patrimônio, cujo padroeiro seria o Senhor bom Jesus).

Tendo em mira a fundação do Patrimônio, cumprindo condições e acordos estabelecidos por ocasião da partilha, Luiz Roncatti autorizou José Rodrigues da Costa, vulgo “Carioca”, a construir casas no arraial que seriam vendidas a medida que surgissem os interessados, surgindo em 1907 a primeira casa de pau-a-pique e coberta de sapé. Seguiram-se outras construções e formou-se o povoado que tomou o nome de “Três Córregos”, em virtude dos três pequenos córregos que delimitavam a cidade.

O povoado continuava seu desenvolvimento e em 10 de Dezembro de 1919, pela lei n.º 1.676, era criado o “Districto de Paz”, com o nome de “Potirendaba”, pertencente ao Município de Rio Preto. Data dessa época o seu maior desenvolvimento, graças aos esforços de José Oliva, Benedito Norberto Pupo, Benjamin Augusto Borges, Eugênio Cardoso de Toledo, José Bauab e outros. No desempenho de diversos cargos na sub-prefeitura, sub-diretório e outras atribuições públicas, muitos concorreram (a despeito de sérias dificuldades), com a maior boa vontade e solicitude dos Srs. Presciliano Pinto (chefe Político influente em Rio Preto) e Victor Brito Bastos (Prefeito Municipal de Rio Preto) para sua emancipação política. Foi elevado a Município pela lei n.º 2.098, de 26 de Dezembro de 1925 e instalado em 21 de Março em 1926, constituído já com o Districto de Paz de Potirendaba.

Em seu primeiro triênio de vida independente, teve um grande surto de progresso em todos os pontos de vista. O primeiro Prefeito do município foi o Sr. Benjamin Augusto Borges, governando a cidade entre 1926 e 1928. Foi sucedido pelo Sr. João Lúcio de Lima nos anos de 1929 e 1930. Ao fim do ano de 1931, foi cassada a autonomia do Município, passando os seus atos legislativos a serem controlados pelo Governo do Estado, a quem cabia também a nomeação dos prefeitos. Em 1936, no mês de abril foi restaurada a autonomia Municipal, podendo o Município legislar sem a tutela do Estado.

 


TRÊS CORREGOS - encerramento da Festa de São Bom Jesus, 06 de agosto de 1918. Foto acima: a primitiva Capela e 3 casas da Av. Maestro Antônio Amato

Prédio da Prefeitura na década de 1930.
Rua Senador Barros Penteado esquina com
Av. Conselheiro Rui Barbosa

Safra Algodoeira de 1940 - Rua Capitão José Oliva - lado direito da rua do Banespa
A Residência e Escola de Música do Sr. Maestro
Antônio Amato era situada a rua Maestro Amato.
Neste prédio funcionou um grupo escolar

Cine Rio Branco e Bar de propriedade do Sr.
Josué Fabri, este prédio existe até hoje, está
situado a rua Achiles Malvezzi.
O cinema funcionou até a década de 60

Casa de Comércio Secos & Molhados do Sr.
Casimiro Muraro, este prédio existe até hoje com
novo visual. Localizado a rua Capital José Oliva


Casa Benfatti em 1930
Rua Senador Barros Penteado

Propaganda da época de 1950

Procissão

Orquestra

Partido

Sociedade Italiana
 

 

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